terça-feira, 26 de abril de 2011

Nada era Dele

O berço que Ele usou na estrebaria, por acaso era dEle?
Era emprestado!
E o manso jumentinho, em que, em Jerusalém, chegou montado;
E palmas recebeu pelo caminho, por acaso era dEle?
Era emprestado!
E o pão - o suave pão, que foi, por seu amor multiplicado,
alimentando toda multidão - por acaso era dEle?
Era emprestado!
E os peixes que comeu, junto ao lago, e ficou alimentado,
Esse prato era Seu?
Era emprestado!
E o famoso barquinho?
Aquele barco em que ficou sentado, mostrando a multidão qual o caminho,
por acaso era dEle?
Era emprestado!
E o quarto em que ceou, ao lado dos discípulos, ao lado de Judas, que o traiu, de Pedro, que o negou por acaso era dEle?
Era emprestado!
E o berço tumular, que, depois do Calvário foi usado, de onde havia de ressuscitar, o túmulo era dEle?
Era emprestado!
Enfim, NADA era dEle, mas a coroa que Ele usou na cruz, e a cruz que carregou e onde morreu,
essas eram, de fato, de Jesus!
Isso disse um poeta, certo dia, numa hora de busca da verdade;
mas, não aceito essa filosofia, que contraria a própria realidade:
O berço, o jumentinho, e o suave pão, os peixes, o barquinho, o quarto, e a sepultura,
eram dEle a partir da criação.
Ele os criou - assim diz as Escrituras.
Mas, a cruz que Ele usou - a rude cruz, a cruz negra e mesquinha,
onde meus crimes todos expiou - Essa não era Sua:
ESSA CRUZ ERA MINHA!!!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Você é um privilegiado?


Alguém disse:
“Se você tem 
Comida na geladeira;
Roupas no armário;
Um telhado sobre sua cabeça;
Um lugar para dormir;
Então você é mais rico que 75% da população mundial.

Se você tem algum dinheiro no banco e um pouco na carteira, está entre os 8% mais ricos do mundo, isto é, 92% da população do mundo vivem com menos que você!

Se nunca experimentou o perigo de uma batalha, a solidão de um cativeiro, a agonia da tortura ou a dor da fome, está à frente de 500 milhões de outras pessoas no mundo. 

Se você freqüenta uma igreja sem medo de ser importunado, preso, torturado ou morto, é mais abençoado que 3 bilhões de pessoas no mundo.

Saber disso não deve criar em você sentimento de culpa, mas gratidão a Deus por Ele ter lhe permitido esta situação privilegiada. 

Porém, é preciso se sentir incomodado. A culpa deve ser a de ignorarmos os homens, mulheres e crianças deste mundo que não têm o que temos.”

Que tal transformar este pensamento de culpa em um sentimento de responsabilidade? 
Talvez aquilo que eu e você tenhamos seja a resposta de Deus para a necessidade do outro.
Talvez por isto alguém, em algum lugar e em algum tempo atrás, tenha dito: “o nosso pouco, com Deus, é muito!”.

Pense nisto. Aliás, pense e faça diferente a partir de hoje.

Um abraço,
Pastor Antonio Marques