terça-feira, 28 de junho de 2011

Para o Alto e Além!!!!

“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo
o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há
algum louvor, nisso pensai.” (Filipenses 4:8)
“Dr. Schuller, conhecido pregador americano, narra a história que leu a respeito de uma
árvore gigantesca, no estado de Colorado e que fora derrubada pelo vento. O curioso é
que a árvore tinha quase 500 anos de idade; era uma mudinha quando Colombo aportou
nas praias da América. Raios haviam atingido a árvore 14 vezes, mas ela sobrevivera. Além
disso, desafiara a devastação da neve e do gelo glaciais e até mesmo a força destrutiva de
um terremoto. Ora, o que havia destruído aquela árvore aparentemente imortal, afinal
eram quase cinco séculos de existência? Qual foi a surpresa quando descobriram que
minúsculos besouros lhe tinham aberto caminho cavando a casca, chegando ao próprio
cerne da árvore, minando sua resistência. Essa história nos traz uma excelente aplicação
prática: Pensamentos e comentários negativos, como aqueles minúsculos besouros,
talvez não pareçam muito ameaçadores, mas podem penetrar pela camada externa protetora
dos indivíduos, atacando o mais íntimo da psique e sensibilidade de uma pessoa.”
Devemos buscar sempre bons pensamentos e boas companhias, pessoas que possam
contribuir positivamente com suas palavras e atitudes. Gente negativa só semeia coisas
negativas. Estas você não precisa desprezar, pelo contrário, pode influenciar, não aceitando
conversas negativas e convidando a conversas positivas, sempre procurando ver o
comentar o melhor das pessoas e das situações.
Feche o cerco de seu coração e mente e coloque uma placa, dizendo: “Aqui só entra e sai
bons pensamentos, boas palavras e boas ações. Se quiser andar comigo assim, seja bemvindo!”
Pr. Antonio Marques

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Um ratinho muito medroso

Era uma vez um ratinho muito medroso, que quase morria de susto cada vez que via um gato.
Um mágico, comovido com seu sofrimento, disse-lhe:
- Pobre ratinho... vou transformá-lo num gato, para que você nunca mais tenha mais medo.
Tão logo foi transformado em gato, o ratinho-gato viu um cachorro, e novamente quase morreu
de medo.
O mágico, mais uma vez veio em seu socorro:
- Pobre ratinho... vou transformá-lo num cachorro, para que você nunca mais tenha mais medo.
Mas, tão logo foi transformado em cachorro, o ratinho-cachorro viu uma onça, e novamente
quase morreu de medo.
O mágico, mais outra vez quis ajudá-lo:
- Pobre ratinho... vou transformá-lo numa onça, para que você nunca mais tenha mais medo.
Mas, tão logo foi transformado em onça, o ratinho-onça viu um caçador, e novamente quase
morreu de medo.
Porém, desta vez o mágico entendeu o problema:
- Não importa no que eu o transforme, meu amiguinho, você sempre terá medo, pois você tem
um coração de rato - e o fez voltar a ser um ratinho.
O medo não é um problema que se resolve cercando-nos de segurança. Assim como todos os
nossos problemas, a solução para o medo começa em nosso coração, quando estabelecemos a
fé em Deus e a confiança em seu amor como a base de nossa vida.
Extraido
“Creiam em Deus, creiam também em mim” (Jesus)

domingo, 5 de junho de 2011

Portas Abertas

Foi em Glasgow, na Escócia, que esta história se passou.
Uma adolescente fugiu de casa para viver "sua" liberdade, mas logo caiu na realidade da vida. Sem
dinheiro para se manter e sem coragem de voltar para casa, acabou por entrar no mundo da prostitu
Os anos se passaram, mas, apesar da saudade dos pais, ela nunca mais tentou qualquer contato com
eles.
ição.
Seus pais sempre a procuraram, em vão, porém, desde a morte do seu pai (que ela nem ficou sabendo),
sua mãe intensificou as buscas, deixando um cartaz de "Procura-se" em qualquer lugar onde lhe
permitissem.
Neste cartaz a mãe havia colocado sua própria foto, escrito embaixo: "Eu ainda amo você. Volte para
casa".
Os meses se passaram sem qualquer notícia, até que um dia, numa fila de sopa para pessoas carentes,
a moça viu a foto da sua mãe, que apesar de ter envelhecido bastante, ainda conservava o mesmo olhar
que ela guardava em suas lembranças.
Não pode conter a emoção e, naquele dia mesmo, voltou para casa. Era tarde da noite quando chegou.
Tímida, ela se aproximou da porta. Ia bater, mas ela se abriu sozinha.
Entrou assustada, apavorada com a idéia de que algum ladrão tivesse invadido a casa e "sabe lá Deus o
quê" poderia ter feito.
Correu para o quarto e viu sua mãe dormindo. Acordou-a. Ambas choraram muito. Abraçaram-se.
Reconciliaram-se.
Lembrando-se da porta aberta, a moça disse:
- Puxa, mãe, levei um susto tão grande quando cheguei.
- Por que, minha filha?
- É que a porta da frente estava aberta e eu pensei que algum ladrão tivesse invadido a casa. Você
precisa tomar mais cuidado, mãe. Não pode mais esquecer a porta aberta.
- Não meu amor, você não está entendendo. Eu não esqueci a porta aberta. Desde o dia em que você
foi embora, esta porta nunca mais foi fechada.
E, [o filho pródigo] levantando-se, voltou para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se
moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.
Lucas 15.20
Extraído
Do livro "Histórias para Aquecer o Coração das Mães", de Jack Canfield, Mark Victor Hansen, Jennifer
Read Hawthorne e Marci Shimoff. Editora Sextante.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Relacionamentos Saudáveis e Pequenos Grupos

Todos nós precisamos nos relacionar bem, e de forma saudável.
Tudo que tem saúde cresce! Nossa família precisa estar saudável para crescer, e precisamos de um
crescimento equilibrado. Assim também deve acontecer com nossos relacionamentos, dentro e fora da
igreja.
Não há lugar melhor para se fazer amigos, viver em comunhão, ter um bom compartilhar de vida e
evangelizar pessoas do que viver em comunidade!
Grupos menores de pessoas nos proporcionam espaço seguro, para compartilhar nossas lutas e
vitórias. Cada cristão precisa viver a experiência de um grupo maior, o culto, e de um grupo menor, os
pequenos grupos nas casas. Do início ao fim da Bíblia, Deus usou a forma dos pequenos grupos.
Nosso olhar acostumou-se a ver os grandes milagres, as grandes reuniões como momentos explícitos
da grandeza de Deus, mas muitas vezes esquecemo-nos que Deus se faz presente e opera em números
menores. A igreja saudável precisa dos dois, assim como o corpo precisa do coração e o coração precisa
do corpo.
No Novo Testamento, os irmãos se reuniam no templo e em pequenos grupos nas casas, e Deus
realizava grandes coisas no meio da igreja (At. 2.42-47). Num mundo que vive a ditadura do “ou”, somos
levados a pensar: grande grupo (culto) ou pequenos grupos?
É necessário eliminar a ditadura do “ou” e dar as boas vindas à bênção do “e”. Vamos celebrar a Deus
no grande grupo, os cultos de nossa igreja e compartilhar a vida nos pequenos grupos. A igreja iniciante
se reunia no templo, mas se reunia também nas casas.
A igreja saudável e contagiante precisa das reuniões do grande grupo, mas precisa mostrar sua vitali
na intimidade, na bênção dos Pequenos Grupos. Nos pequenos grupos a igreja experimenta a
dade
cura, a ministração, a interação, a comunhão, o discipulado; ali há o encorajamento mútuo, a vivência
dos mandamentos recíprocos.
Convidamos você a fazer parte do Conexão Orla, o Ministério de Pequenos Grupos da Igreja, que estaremos
implantando a partir de junho. Você vai se conectar nesta abençoada “Onda”!
Por uma Igreja Saudável e Contagiante!
Pastor Rogerio Leite
Ministro de Evangelismo e Missões da Igreja da Orla